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Introdução
Para
quem quer saber o que é o fetiche de Giantess
(ou Gigantas), aqui vai. Ao invés de escrever uma
história original, decidi traduzir esse log
maravilhoso. É uma conversa que tive com uma moça
estrangeira que adora se imaginar como uma giganta
malvada - tanto quanto eu adoro me imaginar um pequeno
escravo à mercê de uma giganta malvada. Tivemos uma
relação cibernética longa e interessante, nos falamos
por telefone - quer dizer, na incerteza dos chats,
ela é uma pessoa que eu posso garantir que é mesmo
mulher - e trocamos logs como esse aqui por
muito tempo... Até que ela começou a trabalhar demais
e... Enfim. A sua privacidade está garantida (eu nunca
feriria a privacidade de ninguém!, saibam todos os
que quiserem conversar ou trocar mails comigo)
e, inclusive, consegui a permissão dela de liberar
uma parte dos nossos velhos logs, contanto que não
houvesse nada que pudesse identificá-la - ainda mais
sendo numa língua estrangeira, que nem ela nem seus
conhecidos sabem falar... Aqui está. Se algum purista
quiser ver o trecho original em inglês, eu mostro...
Também tirei o nick dela, nacionalidade, todas
as referências de local, data ou qualquer outra coisa.
Editei umas idas e vindas, além de repetições típicas
de chats e escrevi em português normal (ao
invés de português de Internet, que todos sabem que
é diferente). Mas, tirando isso, o texto está bem
fiel às nossas conversas... Olha, agora é que me dei
conta como sinto falta dela: nunca encontrei giganta
melhor ou que tivesse tanto prazer em ser má... Reparem
a troca de idéias: naturalmente, nada é combinado.
Eu sugiro algo, ela reage, adiciona, eu comento, etc...
Os meus comentários de hoje eu adiciono entre colchetes.
As linhas começadas com * (asterisco) foram escritas
por ela.
Aviso
Este parágrafo,
estou escrevendo depois de ter feito a tradução e
gostaria de avisar que eu não lia este texto faz algum
tempo e que, portanto, não me lembrava de o quão,
literalmente, sanguinária ela é. Tem uns trechos que
são fortes até para os fetichistas de mente mais aberta.
Preparem-se. Que muito (ou tudo) tem conotação sexual,
não preciso nem falar. Mas essa é a verdade nua e
crua. Fetiche de Giantess é isso aqui. Sempre
extremo. Dificilmente uma giganta vai conseguir interagir
com os pequeninos sem baixas maciças entre esses últimos...
As gigantas mais empolgantes são as que adoram causar
as baixas... Inclusive, preferi deixar, no final,
uns comentários que fizemos depois de "role-play",
sobre o que tinha excitado ela mais, por que ela gostava
desse fetiche, etc.
Vou chamá-la
de Vanessa, que tal?
A TORNOZELEIRA DE VANESSA
(conversa com uma Giganta real)
Ltm & Vanessa
*Vanessa
sorri: Como está o pequenino hoje? Bem? Andou
sentindo minha falta, não é?
Como
eu poderia não sentir falta da mulher mais cruel e
malvada que conheço? [aqui tem um pouco de papo
e então lanço minha isca:] É verdade o que eu ouvi
sobre a sua tornozeleira viva - quer dizer, não viva
por muito tempo? Me disseram que você faz os seus
escravos se segurarem uns aos outros pelos pés e braços
e então você os usa como tornozeleira... Assim que
o primeiro fraqueja, todos caem para uma morte horrível
sob seus pés... Pra você, é perfeito: primeiro, você
tem um ornamento interessante para usar e, mais cedo
ou mais tarde, homenzinhos para esmagar...
*Vanessa sorri, se lembrando: Bem, foram precisos
seis homenzinhos para circundar meu tornozelo. Eu
os coloquei em posições alternadas, de modo que um
ficasse virado para fora, o outro de cara para o meu
tornozelo, etc.
E como
você escolheu esses homens?
*Peguei
minha vassoura e varri o chão da cozinha. Tinham vários
homenzinhos ali, tropeçando debaixo das cerdas. Desse
modo, consegui recolher dez. Um inclusive já tinha
morrido. Parece que um pedacinho de vidro tinha ficado
preso nas cerdas e atingiu ele no pescoço. Guardei
o corpo para uma lasanha que eu iria fazer pro jantar.
[Esse
também é um elemento bem comum da fantasia, as gigantas
comendo os homenzinhos. Eu não gosto disso, particularmente,
mas minha amiga adorava...]
Mas por
que você fez isso, minha Deusa?
*Eu queria
usar algo diferente para um almoço que eu tinha que
ir, algo que desse o que falar. Eu sempre achei os
meus tornozelos bonitos e queria chamar atenção pra
eles. Além disso, como eu poderia resistir a humilhar
alguns dos meus escravinhos?
E você
achou que eles iriam conseguir se segurar por todo
esse tempo?
*A vontade
de sobreviver é muito forte, mesmo em homens pequenininhos
e condenados. Eles sabiam que, se fraquejassem, seriam
pegos entre a sola do meu pé e a minha sandália ou
seriam esmigalhados sob a sandália. E mesmo se, por
um acaso, escapassem, bem, eu me certificaria de que
não escapassem. E eles também sabiam que se um fraquejasse,
todos cairiam. Enquanto uma pessoa pode até cometer
suicídio, ela ficaria muito mais hesitante em matar
amigos ou ser responsável por suas mortes. A sua lealdade
um ao outro fortaleceu os seus músculos.
Mas
por que você fez uma maldade dessas?
*Maldade?
Não é minha culpa que eles não conseguiram se segurar.
Eles até duraram mais do que imaginei, mas foi um
almoço longo. Fui a inveja das outras gigantas. Algumas
imploraram pra experimentar minha tornozeleira, mas
eu mandei que elas fizessem as suas próprias.
Então
quer dizer que você estava esperando que eles caíssem?!
Como pode ser tão má?!
*Bem, é
claro que eu sabia que eles cairiam eventualmente.
Mas, de vez em quando, é bom deixar que eles tenham
esperança. Faz com que se apliquem mais. Eu quero
levá-los aos seus limites!
Mas
se você tivesse amarrado um no outro, eles não teriam
caído.
*E qual
é a diversão nisso?! Eles se sentiriam seguros. Eu
amei sentir a sua respiraçãozinha assustada contra
a minha pele delicada. Seus coraçõezinhos batendo
cada vez mais rápidos. Se eu tivesse amarrado um ao
outro, toda essa história teria sido apenas um teste
de resistência, ao invés de sobrevivência. Eu aposto
que você levantou seu tornozelo pra todo mundo ver.
Acha
que isso aumentou a sua beleza e sensualidade naturais?
*Vanessa
sorri: Meu amante gigante [soa mal em português,
né? É "giant lover"] ficou impressionado. Ele
beijou a sola dos meus pés enquanto olhava os escravinhos
no meu tornozelo. Ele adora a minha criatividade com
meus amiguinhos.
Seu
amante é um homem de muita sorte. Os escravos disseram
alguma coisa enquanto você preparava a sua tornozeleira?
Eles não tentaram implorar por misericórdia, ou coisa
assim?
*Ah, claro.
Só os que imploraram mais foram escolhidos para ser
parte da minha tornozeleira. Os três que não imploraram
tanto, eu empalei em um pedaço de arame farpado e
enrolei em volta do meu braço, como um bracelete.
O sangue deles escorrendo pelo meu braço desenhou
padrões muito atraentes e também chamou muito a atenção.
Mas não tanto quanto a minha tornozeleira viva.
[Uau.
Vocês viram que isso foi tudo idéia dela, né? Não
tive nada a ver com isso...]
O que
você disse pra eles? Tenho certeza de que deve ter
tentado explicar a eles porque você estava fazendo
aquilo, porque eles iriam morrer...
*Eu ri
e disse que ia levá-los para passear e que eles deviam
se sentir agradecidos, porque teriam alguns momentos
de fama... O que mais poderiam querer da vida?! E
os avisei que tinha as suas famílias em meu poder:
se se comportassem, talvez eu não torturasse seus
filhos até a morte. Vanessa sorri: o medo que
passou por seus rostos quando eu disse isso... Ahh...
Não existe nada tão lindo! A tornozeleira não sobreviveu
ao salão de dança...
Ltm
não resiste e começa a lamber por entre os dedos dos
pés de sua Deusa... Ela é tão sexy!
*Vanessa
pressiona o seu dedão sobre a barriga de Ltm:
Enquanto o meu amante me jogava por entre suas pernas
[o famoso "dip", não sei o nome em português],
minha perna estalou para cima. A força do movimento
foi o bastante para quebrar um dos elos e a tornozeleira
caiu pelo chão. Eu sorri olhando para eles, atordoados
ali no chão, sem saber onde estavam, imobilizados
de puro pânico, seus olhinhos implorando misericórdia...
Quando meu amante me colocou em pé outra vez, eu levantei
meu pezão sobre a tornozeleira quebrada. Eles imploraram
que eu os vestisse de novo, mas eu não uso jóias quebradas:
sabe como é, uma vez que quebra, nunca é a mesma coisa.
Encostei meu calcanhar sobre o homenzinho mais próximo
e devagarinho fui fazendo força pra baixo. Os outros
podiam ver o seu rosto à medida que ele era esmagado
até a morte. Sangue saindo de cada orifício, seus
gritos quase inaudíveis pra mim, mas horrivelmente
altos para eles. Cuidadosamente, eu baixei o resto
do meu pé sobre o resto da tornozeleira, me deliciando
com os seus últimos movimentos, adorando sentir eles
se debaterem inutilmente sob a sola do meu pé. Carinhosamente,
eu mantive o meu pé apenas pousado sobre eles por
um tempo, sem fazer pressão, para dar a eles um pouco
de esperança. Então, continuei a pressão, girando
meu pé sobre eles, cada girada esmagando eles mais
um pouquinho...
Por
que matá-los, minha Deusa? Eles já tinham servido
aos seus objetivos estéticos, por que não deixá-los
se espalhar pelo chão e fugirem, serem livres?
*Por que
matá-los?! Porque eles estavam lá. Foi divertido.
Meu amante estava dando beijinhos e lambendo meu pescoço
enquanto olhava por sobre meus ombros para ver o que
eu estava fazendo. Eu podia sentir a sua excitação
fazendo pressão em minhas costas. Sabendo o quanto
eu o estava excitando, demorei o máximo que pude na
matança. Mexendo meus dedinhos, me deliciando na sensação
daqueles braços e pernas se debatendo contra a sola
do meu pezão e fazendo cosquinhas gostosas, enquanto
os beijinhos do meu amante também faziam cócegas no
meu pescoço... Comecei a sentir os ossos cederem sob
aquela imensa pressão e uma onda de calor explodiu
em minha pélvis, enquanto eu pensava na dor inimaginável
que meu pezinho adorável estava causando naqueles
homens: era uma dança da morte pra eles! Uma gargalhada
profunda enquanto eu os sentia se tornando pasta sob
meu pé, e meu amante me girou e continuamos a dançar
felizes, meu pé deixando pegadas vermelhas com os
restos daqueles homenzinhos, à medida que dançávamos.
Ora, se eu tivesse outra tornozeleira para o outro
pé, as pegadas que eu deixaria poderiam servir para
uma aula de dança! Depois, meu amante limpou a sola
do meu pé com sua língua, enquanto eu removi o meu
bracelete e mordisquei os homens que estavam lá. Jóias
comestíveis! Que idéia!
O fato
de que todos aqueles escravos amavam e idolatravam
você aumentou o seu prazer?
*Vanessa
dá de ombros: Como poderiam não me amar?
Todos
os homens amam você?
*Só os
inteligentes, Ltm...
Você
tinha acabado de matar seis pessoas com uma crueldade
inacreditável. Seu amante não ficou enojado com sua
maldade e seu desprezo pela vida humana?
*Vanessa
sorri: Muito pelo contrário. Meu amante adorou
tudo. Ele sabe o quanto isso me deixa feliz e não
há nada que ele deseja mais que me ver feliz...
Bom,
pelo menos eles morreram para salvar seus filhos...
Você manteve sua promessa, não manteve?
*Vanessa
sorri, matreira: Eu não fiz promessa nenhuma.
Como
não? Você disse que pouparia as crianças deles se
eles se comportassem!
*Eu disse
que talvez. Além disso, eu estava com os dedos cruzados.
Vanessa dá uma piscada de olhos.
Então,
o que aconteceu com as pobres criancinhas?
*Vanessa
sorri: Bem, aquele homem que morreu enquanto eu
varria o chão não era o bastante para a minha lasanha.
As criancinhas estavam todas reunidas à minha volta
quando cheguei, esperando que eu tivesse trazidos
os seus pais de volta comigo. Elas fazem tudo ficar
tão fácil, aqueles rostinhos inocentes e ansiosos
me encarando... Como eu podia resistir acabar com
suas esperanças? Sem mencionar acabar com elas! Vidas
de servidão eterna, me servindo e me dando sustância...
Elas são parte de mim para sempre agora, eu lhes dei
imortalidade!
Por
que você não pôde resistir?
*Porque
eu podia. De que serve o poder se ele não é usado?
Um desperdício de uma dádiva!
Uma
mulher boa nunca teria feito isso.
*Vanessa
gargalha: Mulher boa? Isso não existe. Algumas
de nós apenas são mais abertas e francas em relação
ao nosso lado negro. [Vanessa abraçou a sua maldade.
Ela me dá grande prazer.] Exercitar o poder que
eu tenho sobre essas criaturinhas é irresistivelmente
delicioso, rejuvenescedor! Vanessa sorri: Me faz sentir
mais jovem, a leviandade de destruir vidas por um
capricho ou descuido.
É bom
saber que quando minha hora chegar, minha pequena
despedida terá esse efeito positivo em você. Espero...
*Vanessa
levanta uma sobrancelha e olha pra você: Você
acha que você é importante o suficiente para ter esse
efeito em mim? Que você importa o bastante para que
sua morte me dê prazer?! Vanessa gosta de brincar
com você, a crueldade emocional antes da física...
Tantos modos de ser malvada...
Na verdade,
minha Deusa, é um alívio saber que você tem um amante
que satisfaça as suas necessidades. Nós sabemos que
nós, os pequeninos, nunca seremos capazes de totalmente
satisfazer você e, como tudo o que queremos é vê-la
feliz e satisfeita, ficamos contentes de você ter
um homem que realize seus desejos.
*Os
olhos de Vanessa brilham: Bem, eu tenho ele por
agora. Até que eu o encolha e ele se transforme em
um de vocês! Imagina só! O que não vai ser pra ele,
ele que se deliciou com a minha maldade e crueldade...
Caindo vítima delas! Vanessa sorri enquanto imagina
esse futuro próximo... Ahh, mas agora você sabe
os meus planos! Não posso permitir isso, posso? Vanessa
sacode sua cabeça enquanto franze suas sobrancelhas
para você lá embaixo, entre seus dedos do pé:
E olha só, toda essa lambeção e meus dedinhos já estão
parecendo umas passas! Que peninha, mas não posso
permitir que você fique por aí alertando os meus amantes
sobre o vai acontecer com eles...
Eu lembro
uma vez que você cometeu o erro de colocar um dos
seus recém-encolhidos ex-amantes entre nós, escravos
comuns. Foi uma confusão. Nós estávamos tão furiosos
com ele que linchamos o homem e a impedimos de realizar
qualquer que fosse o plano malvado que tinha pra ele...
Desde então, você mantém os seus ex-amantes separados
do resto de nós.
*Vanessa
sorri: Foi bom me divertir assistindo vocês linchando
ele. Vanessa sorri de soslaio: Eu não cometo
erros, pequenino. A maldade está em fazê-los sentir
um pouco mais de confiança em si mesmos... É muito
mais agradável destruir esperanças do que lidar com
escravos que não tem esperança alguma.
Por
que você é tão malvada assim com seus amantes? Eles
não te satisfizeram, não te deram prazer?
*Vanessa
é cruel com todos: É uma delícia ser tão má com
alguém que me proporcionou tanto prazer. É diabólico
e errado, mas também é tão maravilhosamente certo...
Alguns dizem que eu deveria agradecer aos meus amantes.
Gratidão... Vanessa dá de ombros.
Mas
aquele dia, do almoço e da dança, com os seus escravos
da tornozeleira, você estava tão feliz e contente,
sua felicidade era contagiosa. E o seu amante foi
parte daquele prazer, ele estava lá te proporcionando
prazer, beijando seu pescoço, dançando com você, apreciando
sua maldade com os escravinhos... Isso não conta pra
nada?! Você estava TÃO feliz...
*Tão feliz,
é verdade. Tão feliz e querendo continuar a subir
aquela ladeira de felicidade... Que outras maneiras
de aumentar minha felicidade? Um gosto de alegria
e querendo mais...
Você
esmagou escravos, matou os seus filhos, transou aquela
noite, teve uma boa refeição...
*Vanessa
balança a cabeça, concordando: Sim, fiz tudo isso.
E, então, que maneira melhor de encerrar a noite?
Meu amante deitado ao meu lado, saciado, sorrindo
bobamente enquanto olha pra mim depois de uma noite
de tanto prazer, seu sorriso sumindo à medida que
ele percebe a mudança de perspectiva. Foi drogado?
Não! Está encolhendo. Vanessa gargalha suavemente:
Quanto idealismo, quanto sentimentalismo ridículo!
Ele ficando sem respiração, à medida que meus músculos
se contraem em volta dele em meu clímax, o seu próprio
clímax minúsculo perdido dentro de mim, eu olhando
pra ele com carinho, ele sorrindo bobamente de novo,
achando que vou trazê-lo de volta ao tamanho normal,
sua preocupação ao ver minha mão indo pegá-lo e segurando
sua cabeça entre meu dedão e indicador, contraindo
cada vez mais meus músculos vaginais em volta dele.
Você está me machucando, ele grita, ofegante. Eu gargalho
e digo que eu sei. Digo que, como amante, ele foi
regular. Eu o teria poupado por mais alguns dias se
tivesse sido melhor ou excepcional. Digo a ele que
sua dor me dá prazer e começo a espremer sua cabeça
entre meus dedos. Então, quebro seu pescoço, seus
olhos arregalados em choque e dor logo antes da morte
alcançá-lo. Vanessa suspira alegremente: Me
masturbei com seu corpinho quebrado, esmigalhando-o
ainda mais. Ele virou uma pasta à medida que eu me
dava o último e melhor orgasmo daquele dia. Vanessa
pressiona o seu dedão do pé contra o corpo de Ltm,
sua unha arranhando dolorosamente suas costelas:
Quanto a você, acho que estou cansada demais para
aproveitar totalmente, para matar e torturar você
hoje. Seria um desperdício matá-lo agora...
Ltm
lambe aquele delicioso dedão do pé pousado sobre ele.
Ltm não acredita em o quão feliz e excitado está:
enquanto lambe o dedão de sua Deusa, o seu pequenino
pênis também faz pressão contra aquele dedão...
*Vanessa
sorri suavemente e mexe seus dedinhos sobre Ltm, sentindo
a sua pequenina ereção do mesmo modo que sentiria
um pedaço de pão velho no chão. Vanessa franze suas
sobrancelhas: Nada disso agora! Ela levanta
seu pé de cima de Ltm e o coloca ao lado do escravo.
Eu sei
que não é nada pra você, minha Deusa, mas foi ótimo
pra mim... Então, quantos orgasmos você teve nesse
dia tão glorioso? Entre a tornozeleira e o ex-amante...
*Vanessa
sorri: Muitos, perdi a conta. Vanessa gargalha
para si mesma imaginando a dor que Ltm deve sentir
agora que a pele delicada de sua Dona não está mais
sobre ele.
E você
não caçoou dele enquanto ele morria, morria como seu
confidente em sua cama? Não esfregou na cara dela
as outras mortes de escravos, das quais ele tinha
participado?
*Ah, claro
que eu fiz pouco dele, imagina! Eu perguntei como
ele se sentia assim, pequeno e à minha mercê, como
os outros que ele tinha me visto destruir antes, que
ele tinha se deliciado em me ver destruir. Perguntei
se ele achava que iria ser tão divertido ser destruído
quanto assistir outros morrerem. Eu disse a ele que
suas habilidades como amante em tamanho normal não
eram nada comparadas à minha habilidade de manipulá-lo
dentro de mim, como meu brinquedo sexual. Disse a
ele que a minha maldade não tem limites. Ninguém está
a salvo de mim e que ele era um tolo de se imaginar
digno de ter sua vida poupada! Imagine! Ele se achando
especial! Vanessa gargalha: E estando bem familiarizado
com minha maldade, nada disso deveria realmente surpreendê-lo!
Mas, talvez, quem sabe, isso é parte da diversão,
parte da atração que exerço: a emoção de saber que
você sempre pode ser a próxima vítima da minha crueldade.
Mas
ele se surpreendeu?
*Sim! Ele
se surpreendeu! O tolo achou que tinha conquistado
o meu amor e que meu amor o protegeria! Ele ganhou
o meu amor, sim... Mas nós sempre machucamos aqueles
a quem amamos, não é? Especialmente essa mulher malvada
aqui. Vanessa se espreguiça, uma giganta muito
cansada, e sorri, sonolenta.
[Este
é o final da conversa, em que, antes de cair dura
de sono, minha amiga fala um pouco de porque gosta
tanto - e se empolga tanto, como leram - em se ver
como uma giganta má. Parece meio editado porque eu
cortei a maioria dos meus comentários, mas a tradução
está fidelíssima]
Isso
tudo que a gente falou, conversou, isso excita mesmo
você, sexualmente falando, ou é só diversão? Pra quase
todas as mulheres com quem eu já "role-play", é só
diversão. Até mesmo, e inclusive, saber que o cara
do outro lado está terrivelmente excitado...
*Varia.
Mas divertido sempre é. Minha excitação, primeiro,
vem de saber que estou excitando a outra pessoa também.
O maior afrodisíaco, pra mim, é saber que existe alguém
atraído por mim, excitado por mim. Além, claro, das
imagens mais sexuais desse cenário todo...
Que
imagens?
*A excitação
vem do contato sexual, de usar o homenzinho como brinquedo
sexual ou de ter um amante gigante transando ou ficando
comigo enquanto uso o homenzinho em outras partes.
Bem, sabe como é, os pequeninos podem alcançar uma
variedade de lugares, ter um deles dentro de mim,
se debatendo ou chutando, ou ter vários, cada movimento
deles me dá prazer. Uma outra pessoa, com quem eu
converso, muitas vezes somos mega gigantas e usamos
multidões de pessoas ou mesmo prédios e veículos para
o nosso prazer. O pânico deles me excita muito.
Muito
interessante. Hoje a gente desenrolou um conto de
giganta. Pra mim, foi perfeito. Cada palavra me excitou
como nunca. E pra você? Independente de mim e do que
eu senti. De tudo o que você fez e fantasiou a respeito,
o que te excitou mais?
*Ter aqueles
homenzinhos em volta do meu tornozelo, literalmente
se segurando à vida, eu simplesmente ando por aí enquanto
a vida deles corre perigo bem debaixo do meu nariz,
ter esse tipo de poder nas coisas mais comuns!
Coisas
comuns?
*Bem, quero
dizer que tudo o que eu estava fazendo era indo a
um almoço e dançando, nada de mais, mas as vidas deles
estavam por um fio! O contraste das situações.
Se imaginar
tendo esse tipo de poder te excita... Mas estou falando
da vida real, aqui. Não que na vida real você farias
essas coisas, mas se na vida real esse tipo de pensamento
te excita...
*A idéia
de ter esse tipo de poder me excita muito, sim. Mesmo
na vida real. E se eu encontrasse uma garrafa cheia
de homenzinhos no meu armário, eu jogaria eles todos
dentro de mim e aproveitaria cada segundo deles tentando
escalar pra fora! Não iria dar eles pro gato ou sentar
neles, não!
Eu já
conversei com uma giganta que me dizia que gostava
de imaginar o medo das vítimas, que era isso justamente
o que mais a excitava.
*Vanessa
concorda: O poder especialmente, mas a reação
também... Ajuda a sublinhar a força do poder. Imaginar
o medo deles também me excita muito, porque sei que
sou eu a fonte daquele medo. A curva do meu seio causando
pânico em um homenzinho, porque ele sabe que aquele
seio pode esmagá-lo ou sufocá-lo. Algumas vezes, é
divertido imaginar as coisas que você pode fazer para
proporcionar prazer um ao outro, cada um do seu respectivo
tamanho.
Pedro Lozada mantém o grupo
Villainess,
no Yahoo, e o blog Mulheres
Malvadas.
pedrolozada87[arroba]hotmail.com
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