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Uma pequena edição de apenas 500 exemplares,
publicada em São Paulo, no ano de 1982, pelos editores
Massao Ohno e Roswitha Kempf, trouxe ao público de
língua portuguesa as cartas de James Joyce - o genial
autor de Ulisses - para sua esposa, Nora Barnacle.
A pequena coletânea - o volume não alcança nem as
cem páginas - é apenas parte da epistolografia de
Joyce, que ocupa três volumes, editados pelo seu biógrafo,
Richard Ellmann, mas revela, além do seu amor absoluto
por Nora, a sexualidade pujante, muitas vezes desbragadamente
enfurecida e plena de fetichismos desse incrível irlandês.
"É estranho ver de que mares de lama os anjos
fazem surgir um espírito de beleza", afirma Joyce,
ao comentar uma canção para alaúde, escrita pelo devasso
rei da Inglaterra, Henrique VIII. Para nós, ao contrário,
não há nada de estranho em perceber, através de suas
cartas, como a beleza e a devassidão podem caminhar
juntas, produzindo frutos que, preservados para a
posteridade, não só revelam a fácies de um brilhante
escritor, como também o que de mais íntimo ele desfrutou
ao lado da companheira de toda a sua vida.
"Não fui eu quem primeiro te bolinou há muito
tempo em Ringsend", escreve ele, ao recordar os primeiros
dias de namoro. "Foste tu que enfiaste a mão lá embaixo
dentro de minhas calças e empurraste de leve minha
camisa e seguraste minha pica com teus dedos compridos
e comichentos e foste aos poucos agarrando-a toda,
dura e gorda como estava, com tua mão e me bateste
punheta devagar até que eu gozasse entre teus dedos,
debruçada sobre mim todo o tempo e fitando-me com
teus olhos tranqüilos que parecem de santa."
Assim era Nora, tão voluptuosa quanto Joyce,
"de espírito simples, excitável, de voz grave, sonolenta
e impaciente", a quem ele chamava, nos momentos de
carinho, de "minha adorada menininha de convento"
ou "minha colegial travessa de olhar lânguido" e,
nas cartas mais sensuais, "minha amantezinha punheteira,
minha putinha fodedora", referindo-se ao seu corpo
como "musical e estranho e perfumado". Mas Nora será
sempre, antes de tudo, a "minha flor azul-marinho
encharcada de chuva", uma das imagens mais recorrentes
na coletânea. "A alma dela! O nome dela! Seus olhos!
Eles são para mim como estranhas e belas flores selvagens
azuis que crescem em alguma sebe emaranhada e encharcada
de chuva", escreve ele num momento de raro lirismo.
E, anos depois, durante meses separados por centenas
de quilômetros, entre Dublin e Trieste, recordando
os anos passados juntos, ele escreveria: "Ó, não foi
o desejo carnal, caríssima, não foi a loucura desenfreada
e brutal de que te escrevi nestes últimos dias e noites,
não a cobiça selvagem e bestial de teu corpo, caríssima,
o que me atraiu em ti então e que me prende a ti agora.
Não, caríssima, não é isto absolutamente e sim o amor
mais terno, cheio de piedade e adoração por tua mocidade
e criancice e fraqueza. Ai, a dor gostosa que puseste
no meu coração! Ai, o mistério de que tua voz me fala!"
Uma paixão sem freios, admiravelmente sintetizada
numa arrebatadora sentença que, ao colocar, lado a
lado, os extremos da consciência do artista, pretende,
através da devoção à mulher amada, expurgar os fantasmas
do seu passado: "Como detesto Deus e a morte! Como
adoro Nora!"
De fato, a vida de Joyce esteve indelevelmente
marcada por Deus e pela morte, graças a experiências
vividas na infância e na juventude, que ele relata,
com rancor, em uma de suas primeiras cartas: "Meu
espírito rejeita toda a ordem social presente e o
cristianismo - o lar, as virtudes reconhecidas, categorias
sociais e doutrinas religiosas. Meu lar era simplesmente
um negócio de classe média arruinado por hábitos perdulários
que eu herdei. Minha mãe, creio, foi morta aos poucos
pelo mau trato de meu pai, por anos de tribulação
e pela franqueza cínica de minha conduta. Ao olhar
para o rosto dela quando posta no caixão - rosto cinzento
devastado pelo câncer - tive consciência de estar
olhando para o rosto de uma vítima e amaldiçoei o
regime que fizera dela uma vítima." E, logo a seguir,
referindo-se ao catolicismo: "Há seis anos deixei
a Igreja Católica, tendo por ela o ódio mais fervoroso.
Foi-me impossível ficar dentro dela devido aos impulsos
de meu gênio. Quando estudante declarei-lhe uma guerra
secreta e recusei-me a aceitar as posições que ela
me ofereceu."
Ele sublimaria tais sentimentos através da
literatura, mas o ódio à Igreja Católica também ganha
contornos jocosos em suas cartas, por exemplo, ao
referir-se a si mesmo como "teu Irmão-Cristão-em-Luxúria"
ou ao sentenciar, sem admitir réplicas: "Em virtude
dos poderes apostólicos de que estou investido por
Sua Santidade o Papa Pio Décimo dou-lhe por meio desta
a permissão para vir sem saia, receber a bênção Papal
que terei o prazer de lhe dar."
Esse homem permanentemente intranqüilo carregava
em si uma sensualidade que certamente não é incomum,
mas à qual ele concedeu, traduzindo-a em palavras,
o signo da imortalidade. Ele se utiliza de comparações
inusitadas: "...mas ficaria muito mais feliz ainda
se me desses um daqueles beijos chupados que gostas
tanto de me dar. Fazem-me lembrar canários cantando."
Revela uma imaginação infatigável e um indisfarçável
romantismo: "Vejo-te em centenas de poses, grotesca,
vergonhosa, virginal, langorosa. Entrega-te a mim,
caríssima, todinha, quando nos encontrarmos. Tudo
que é sagrado, oculto aos outros, tens de me dar sem
reservas. Quero ser o senhor de teu corpo e alma."
Por vezes, parece enlouquecer num frenesi de saudade:
"Meu bem, meu bem, hoje sinto um desejo tão louco
de teu corpo que se estivesses aqui ao meu lado e
mesmo que me contasses com tua boca que metade dos
cafajestes de cabelo vermelho do condado de Galway
tinham fodido contigo antes de mim eu ainda me atiraria
em ti com ardor." Enquanto escreve, muitas vezes masturba-se:
"Meu bem, neste instante eu ejaculei nas minhas calças
de modo que estou inteiramente fora de combate." E
angustia-se, moralmente dividido, revelando a influência
negativa do cristianismo, da qual ele nunca conseguirá,
totalmente, se livrar: "Eu me pergunto se haverá alguma
loucura em mim. Ou será amor, loucura? Num momento
eu te vejo como uma virgem ou madona e no momento
seguinte te vejo despudorada, insolente, seminua e
obscena!"
Lingeries
O Joyce fetichista emerge em quase todas as
cartas. Ele detesta os corpetes: "É favor deixar de
lado aquela couraça, pois não gosto de abraçar uma
caixa de correio." E reitera, dias depois: "Não deixes
de dar a Miss Murphy aquele corpete de carabineiro
- e creio que podias também dar-lhe de presente todo
o uniforme de carabineiro. Por que usas essas coisas
malditas?" Contudo, revela um cuidado especial com
certos detalhes: "Tua luva passou toda a noite ao
meu lado - desabotoada - mas quanto ao mais comportou-se
muito bem." Lembrando a Nora, na mesma carta: "Espero
que ponhas minha carta na cama como convém."
O mesmo cuidado ganha dimensões inusitadas
quando se trata das lingeries: "Dizes que queres que
minha irmã te leve daqui umas roupas de baixo. Por
favor, não faças isso, querida. Eu não gosto que ninguém,
nem mesmo uma mulher ou uma moça, veja as coisas que
te pertencem. Eu gostaria que fosses mais cuidadosa
em não deixar certas roupas tuas por aí, quer dizer,
quando voltam da lavadeira. Ó, eu queria que mantivesses
todas essas coisas secretas, secretas,
secretas. Queria que tivesses grande quantidade
de roupas de baixo de toda sorte, de todos os matizes
delicados, guardadas num enorme armário perfumado."
Há, mesmo, um exaspero na profusão de detalhes e na
forma repetitiva com que ele os descreve: "Gostaria
que usasses calças com três ou quatro babados por
cima do outro nos joelhos e nos quadris e grandes
laços vermelhos neles, quer dizer, não calças de estudante
com uma beirada de renda pobre e escassa, apertada
nas pernas e tão fina que a carne aparece entre elas,
mas calças de mulher ou (se preferes a palavra) de
senhora, de fundo solto cheio e pernas largas, todas
de babados e rendas e fitas e carregadas de perfume,
de modo que quando quer que as mostres, seja ao levantar
depressa a roupa para fazer uma coisa ou ao te agachares
lindamente para seres cravejada, eu só veja um amontoado
crescente de fazenda branca e babados e de modo que
quando eu me debruço por cima de ti para abri-las
e te dar um beijo ardente e sensual na tua travessa
bunda nua eu cheire o perfume de tuas calças juntamente
com a emanação quente de tua cona e o odor pesado
de teu traseiro." E há uma constante jovialidade,
uma alegria ímpar em todos os seus freqüentes pedidos:
"Compra calças para putas, meu amor, e não te esqueças
de derramar um bom perfume nas pernas delas e também
desbotá-las um pouquinho atrás."
Um menino mau
As expressões do amor de Joyce por Nora estão
vincadas de figuras edipianas, que nos permitem perceber,
além da crescente dependência do artista por sua mulher,
o quão multifacetada pode ser uma relação na qual
os preconceitos não encontram espaço.
Ele anseia, muitas vezes, por voltar ao útero
materno: "Em breve meu corpo vai penetrar no teu,
oxalá que minha alma o pudesse também! Oxalá que eu
pudesse aninhar-me no teu útero como uma criança nascida
de tua carne e teu sangue, ser alimentado com teu
sangue, dormir na quente penumbra secreta de teu corpo!"
E, como um filho travesso, deve ser castigado:
"Se esta sujeira que escrevi te ofende faz-me novamente
voltar à razão com o chicote como já fizeste antes.
Deus me acuda!"
Sim, há também um James Joyce masoquista,
igualmente inebriante ao expressar seus desejos de
submissão e maus-tratos: "Sou teu filho, como te disse,
e deves ser severa comigo, minha mãezinha. Castiga-me
tanto quanto queiras. Eu ficaria encantado de sentir
minha carne debaixo de tua mão. Sabes o que quero
dizer, Nora querida? Quero que me dês pancadas ou
mesmo que me açoites. Não de brincadeira, querida,
de verdade e na minha pele nua. Eu queria que fosses
forte, forte, querida, e tivesses seios grandes,
cheios e empinados e coxas grandes e gordas. Eu adoraria
ser chicoteado por ti, Nora, amor! Gostaria de ter
feito qualquer coisa que te desagradasse, mesmo qualquer
coisa de trivial, talvez um de meus hábitos um tanto
sujos que te fazem rir; e então ouvir-te chamar-me
para dentro de teu quarto e então encontrar-te sentada
numa poltrona com as coxas gordas bem separadas e
a cara vermelha de raiva e uma vara na mão. Ver-te
indicar o que eu tinha feito e então com um movimento
de ódio puxar-me para perto de ti e atirar-me atravessado
no teu colo de rosto para baixo. Então sentir tuas
mãos arrancando minhas calças e roupas de baixo e
levantando minha camisa, e me debater entre teu colo
e teus braços fortes, e te sentir inclinar-te (como
uma ama zangada surrando a bunda de uma criança) até
que tuas maminhas grandes e cheias quase me tocassem
e sentir-te açoitar, açoitar, açoitar furiosamente
minha trêmula carne nua!"
O corpo, os odores nauseabundos, as fezes
As cartas, coletadas no período entre 1904
e 1912, encadeiam-se num jorro de crescente sensualidade.
Poucas partes do corpo parecem não excitar Joyce.
Pouquíssimas não são citadas. Mas há uma notável preferência
pelo sexo anal e por todos os barulhos e odores que
brotam do ânus. "Há um lugar que eu gostaria de beijar,
sabes, um lugar esquisito, Nora. Não
nos lábios, Nora. Sabes onde?", interroga ele numa
das primeiras cartas.
Obstina-se pelas regiões mais escondidas da
mulher, por seus perfumes e suas secreções: "... no
âmago deste amor espiritual que tenho por ti há também
um desejo bestial e bruto por todos os pedacinhos
de teu corpo, todas as partes secretas e vergonhosas
dele, pelos cheiros todos dele e por tudo o que ele
faz." Uma insistência que se repete em inúmeras cartas:
"Diz-me os menores detalhes a teu respeito contanto
que eles sejam obscuros e secretos e porcos." Ou,
num tom um pouco mais terno: "As duas partes de teu
corpo que fazem coisas sujas são as mais adoráveis
para mim."
A mera lembrança dos peidos de Nora exerce
sobre ele um poder devastador: "Naquela noite, bem,
tua bunda estava cheia de peidos, e com a foda eu
os fiz sair, grandes e gordos, prolongados e cheios
de vento, estalinhos rápidos e alegres e uma porção
de peidinhos pequeninos e travessos que terminavam
num jorro demorado por teu buraco. É maravilhoso foder
uma mulher peidorreira quando cada metida faz sair
um." E mostra-se um exímio definidor, quase criando
uma classificação por tipos ou gêneros: "Penso que
eu reconheceria um peido de Nora em qualquer lugar.
Penso que poderia distinguir o dela numa sala cheia
de mulheres peidando. É um barulhinho bem de menina,
não como o peido molhado e cheio de vento que imagino
ser o das esposas gordas. É inesperado e seco e indecente
como o que uma menina atrevida soltaria de pândega
num dormitório de colégio à noite. Espero que Nora
nunca pare de soltar peidos na minha cara para que
eu fique conhecendo também o cheiro deles."
De excitar-se com o barulho e o odor dos peidos
de Nora, ele caminha, sutilmente, numa sucessão meticulosa
de vontades, para a coprofilia: "Meu amor por ti me
leva a orar ao espírito de ternura e de beleza eterna
de que teus olhos são o espelho ou a te derrubar debaixo
de mim sobre esta tua barriga macia e te foder por
trás, como um cerdo cobrindo sua porca, incensado
com o próprio fedor e suor que saem de teu ânus, incensado
com a vergonha patente de teu vestido levantado e
as calças brancas de menina e com a confusão de tuas
faces enrubescidas e teu cabelo emaranhado. Isso me
faz romper em lágrimas de piedade e amor por qualquer
palavrinha, tremer de amor por ti ao som de algum
acorde ou cadência musical ou ao deitar-me contigo
pé com cabeça sentindo teus dedos a acariciarem e
fazerem cócegas no meu saco ou enfiados em mim por
trás e teus lábios quentes chupando meu pau enquanto
minha cabeça está inserida entre tuas coxas gordas,
com as mãos grudadas nos coxins redondos de tua bunda,
eu lambo com voracidade tua cona vibrante e vermelha.
Ensinei-te a quase desmaiar quando ouves minha voz
cantando ou murmurando à tua alma a paixão e a tristeza
e o mistério da vida e ao mesmo tempo ensinei-te a
fazer trejeitinhos indecentes com a língua e os lábios,
a excitar-me por meio de toques e ruídos obscenos,
e até a fazer na minha presença o ato mais sujo e
vergonhoso do corpo. Lembra-te do dia em que levantaste
a roupa e me deixaste ficar deitado por baixo de ti
vendo-te fazê-lo? Depois ficaste com vergonha de me
olhar nos olhos."
Joyce erotiza as palavras escritas por Nora.
Ele vai além da carga semântica dos termos, exigindo
que os signos tenham, no papel, um aspecto realçado,
marcante... E, por fim, não satisfeito, sugere a mancha
real do objeto do seu fetiche, impossível de ser substituído
por palavras: "Escreva mais e com mais sacanagem,
querida. Esfrega o teu grelo enquanto escreves para
te fazer dizer coisas cada vez piores. Escreve as
palavras feias em grande, sublinhando-as e beija-as
e encosta-as por um instante em tua deliciosa boceta
quente, querida, e também levanta o vestido por um
instante e coloca-as debaixo de tua cara bundinha
peidorrenta. Faz mais se quiseres e então manda-me
a carta, minha adorada paloma de cu escuro."
Quase ao fim do volume, a coprofilia explode
nas missivas, exalando o calor e a viscosidade das
entranhas de Nora: "Fode-me se puderes agachada no
toalete, de roupas levantadas, grunhindo como uma
porca nova a defecar, e um troço grande grosso sujo
serpenteante a descer lentamente de teu traseiro."
Do que se percebe nas cartas, Nora participava
ativamente das fantasias de Joyce. Alimentava-as,
até. Numa das últimas cartas, ensandecido, ele atinge
o paroxismo da libidinagem, encerrando seu texto abruptamente
e proclamando, em êxtase, ser incapaz de prosseguir:
"Cagar agora te faz ter tesão? Não sei como podes
fazê-lo. Gozas no momento de cagar ou te masturbas
até gozar primeiro e depois cagas? Deve ser algo de
terrivelmente excitante ver uma mulher de roupa arregaçada
esfregando furiosamente a boceta, ver suas bonitas
calças brancas abertas atrás com a bunda aparecendo
e um troço gordo e escuro saindo a meio caminho pelo
buraco. Dizes que vais cagar nas calças, querida,
e então deixar que eu te foda. Eu gostaria de te ouvir
cagá-las, querida, primeiro - e depois foder-te. Uma
noite quando estivermos em algum lugar no escuro e
falando sacanagem e sentires que tuas fezes estão
a ponto de sair passa os braços ao redor de meu pescoço
com vergonha e vai cagando devagar. O ruído me enlouquecerá
e quando eu puxar teu vestido para cima Não
adianta continuar! Podes calcular porque!"
O que restou
"Tu te tornaste parte de mim - uma carne."
Assim, o escritor sintetiza seu amor pela menina pobre,
empregada de hotel, que ele conhecera em 10 de junho
de 1904. Joyce morreria em 1941 e Nora dez anos depois.
O criador de um novo cosmos literário, cuja
obra, ultrapassado o século, permanece como um sistema
aberto às mais instigantes indagações, deixou-nos
também, semelhante àquelas flores que as mocinhas
costumavam guardar no meio dos livros, a lascívia
que nasceu inspirada por sua "flor azul-marinho",
de quem ele escreveu, certa vez: "Eu já senti a alma
dela tremer junto da minha, e já murmurei o nome dela
baixinho para a noite, e já chorei ao ver a beleza
do mundo passar como um sonho por trás dos olhos dela."
São Paulo, agosto de 2001.
Bibliografia:
Joyce, James. Cartas a Nora. Massao
Ohno-Roswitha Kempf Editores, São Paulo, SP, 1982.
Para saber mais sobre a vida de James Joyce:
Ellmann, Richard. James Joyce. Editora
Globo, São Paulo, SP, 1989.
Livros de James Joyce disponíveis em língua
portuguesa:
Música de Câmara
Editora Iluminuras
Finnegans Wake
Ateliê Editorial
Ulisses
Editora Civilização Brasileira
Dublinenses
Editora Civilização Brasileira
Retrato do Artista Quando Jovem
Editora Civilização Brasileira
Poemas, um tostão cada
Editora Iluminuras
Giacomo Joyce
Editora Iluminuras
James Joyce na Internet:
The James Joyce Centre
http://www.jamesjoyce.ie/home/index.asp
IQ Infinity the unknown James Joyce
http://www.robotwisdom.com/jaj/#nora
James Joyce - Resource Center
http://www.cohums.ohio-state.edu/english/organizations/ijjf/jrc/
James Joyce - The Brazen Head
http://www.themodernword.com/joyce/index.html
James Joyce - Itinerari Triestini
http://www.univ.trieste.it/~nirdange/netjoyce/
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