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AÇOITAMENTO CORPORAL
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Em pé, atado a um
gancho no teto, com ou sem barra
de separação de braços e de pernas,
mas oferecendo todo o corpo à ação
do açoite.
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As batidas são de
intensidade sempre variável, iniciando-se
as menores para aquecimento. Os
movimentos são feitos nos dois sentidos
das mãos - anterior e posterior
- como nas batidas da raquete num
jogo de tênis - direita e esquerda.
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Aquecimento do corpo
do escravo para castigo mais intenso
posteriormente. Para demonstração
da habilidade da Dominadora, especialmente
quando é realizado com dois açoites
iguais, simultaneamente e com ambas
as mãos.
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Evite sempre a região
do rosto do escravo. Lembre-se que
algumas tiras do açoite poderão
atingir os olhos. Com açoites mais
pesados evite a região dos rins.
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AÇOITAMENTO GENITAL
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Em pé ou deitado,
preferencialmente de frente, com
as pernas bem abertas, expondo os
genitais. É bastante conveniente
amarrar as mãos e os pés do escravo.
Uma ótima posição é prender os pulsos
aos tornozelos do mesmo lado, com
o escravo deitado.
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Utilizo geralmente
um "flog" pequeno, capaz de fazer
rápidos movimentos circulares. Mas
também uso chicotes "duros" como
os de montaria (com batidas suaves)
ou uma "guasca" pequena. Os genitais
podem estar livres, mas prefiro
amarrá-los antes, separando os testículos.
Outro fator que pode ser adicionado
para aumentar o castigo é a colocação
de presilhas (uso as "frutinhas")
na pele dos genitais.
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Além de ser uma
punição para erros graves, tem um
efeito psicológico muito acentuado
na demonstração do poder da Dominadora
sobre o escravo. O homem tem uma
relação muito forte com seus genitais
(até muitos tem apelidos ou nomes
para o pênis) e este estar à mercê
da Dominadora representa uma forte
entrega do poder à Mulher.
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Cuidado com batidas
fortes e/ou repetidas sobre os testículos
e sobre o pênis, especialmente quando
ereto. Lembre-se que os tecidos
dos genitais são muito delicados
e sensíveis, e uma Dominadora não
quer estragar o seu "brinquedo".
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