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Chicoteamento nas
nádegas e/ou na parte interna das
coxas.
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Em pé, atado a um
gancho no teto, com ou sem barra
de separação de braços e de pernas.
Corpo arcado para frente e amarrado
no banco de punições.
Deitado na maca de massagens ou
na cama.
Em posição de castigo (tórax encostando
no chão ou na cama) e nádegas "empinadas",
com as pernas separadas.
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As batidas com os
chicotes de montaria são de intensidade
sempre variável, dependendo da punição
a ser administrada.
Gosto de usar a "guasca" na parte
interna das coxas e a "guasca" pequena
para punições genitais.
O chicote "inglês" de treinamento
de cavalos é interessante porque
permite batidas fortes e rápidas
nas nádegas e nas coxas do escravo,
que se assemelham a finas picadas
de abelhas, conforme depoimento
dos escravos. E sua haste flexível
ainda pode ser usada como uma "vara".
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Geralmente reservo
os chicotes de montaria para punições
mais severas e/ou para deixar marcas
na pele das nádegas do escravo.
Quando as batidas são fortes, o
escravo pode reclamar ou gemer.
Aconselha-se aí o uso de mordaças.
Outra vantagem do chicote de montaria
é o de poder se atingir, com boa
precisão, mais vezes um mesmo local
(uma batida sobre a outra) aumentando
a intensidade da dor.
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Fora das nádegas
e da parte interna da coxa, utilizo
o chicote de montaria para os mamilos,
com ou sem presilhas atadas nestes,
e para os genitais (nesse caso mais
como efeito psicológico).
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