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TÉCNICAS DE "SPANKING"

Helga Vany Freyja

CARACTERÍSTICAS DE UTILIZAÇÃO DOS DIFERENTES
INSTRUMENTOS DE SPANKING

Helga Vany Freyja


  3 - Chicotes de montaria (e as "guascas")


Método
Posição do escravo
Técnica
Motivação básica
Advertência
Chicoteamento nas nádegas e/ou na parte interna das coxas.
Em pé, atado a um gancho no teto, com ou sem barra de separação de braços e de pernas.

Corpo arcado para frente e amarrado no banco de punições.

Deitado na maca de massagens ou na cama.

Em posição de castigo (tórax encostando no chão ou na cama) e nádegas "empinadas", com as pernas separadas.
As batidas com os chicotes de montaria são de intensidade sempre variável, dependendo da punição a ser administrada.

Gosto de usar a "guasca" na parte interna das coxas e a "guasca" pequena para punições genitais.

O chicote "inglês" de treinamento de cavalos é interessante porque permite batidas fortes e rápidas nas nádegas e nas coxas do escravo, que se assemelham a finas picadas de abelhas, conforme depoimento dos escravos. E sua haste flexível ainda pode ser usada como uma "vara".
Geralmente reservo os chicotes de montaria para punições mais severas e/ou para deixar marcas na pele das nádegas do escravo. Quando as batidas são fortes, o escravo pode reclamar ou gemer. Aconselha-se aí o uso de mordaças.

Outra vantagem do chicote de montaria é o de poder se atingir, com boa precisão, mais vezes um mesmo local (uma batida sobre a outra) aumentando a intensidade da dor.
Fora das nádegas e da parte interna da coxa, utilizo o chicote de montaria para os mamilos, com ou sem presilhas atadas nestes, e para os genitais (nesse caso mais como efeito psicológico).



continua na próxima semana...




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